Empreendedorismo, delivery, tecnologia e varejo gastronômico. O Blog do Pigz traz conteúdo feito para quem vive o dia a dia da alimentação fora do lar.
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Foi assim que nasceu a Brownie.com em Boa Vista. Antes mesmo de imaginar que um dia trabalharia profissionalmente com doces, a confeitaria já fazia parte da rotina de Keylla Lima. Ainda criança, ela começou a frequentar a cozinha da tia, que produzia bolos por encomenda. Entre formas, receitas e conversas ao redor do forno, foi ali que surgiu o primeiro contato com aquele universo.
A cozinha rapidamente deixou de ser apenas um ambiente da casa e passou a se tornar um espaço de aprendizado.
“Minha tia era boleira e me ensinou a fazer os bolos. Ela fazia bolo pra fora e eu ia pra lá ajudar e aprender”, relembra a empresária Keylla Lima.
O primeiro contato com o trabalho também veio cedo. Quando a tia precisou se afastar das encomendas por causa de um problema de saúde, surgiu a oportunidade inesperada.
“Um dia ela ficou doente da coluna e perguntou se eu podia pegar uma encomenda. Eu acho que eu tinha uns 13 anos. Aí eu peguei minha primeira encomenda”, conta.
Mesmo seguindo outros caminhos profissionais ao longo da vida, o hábito de fazer bolos nunca desapareceu. Keylla se formou em design de interiores e trabalhou por mais de uma década desenvolvendo projetos. Ainda assim, a confeitaria continuava presente no cotidiano, seja em encontros com amigos, reuniões ou momentos especiais.
“Designer de interiores foi a minha primeira formação. Trabalhei 11 anos fazendo projetos, mas desde os 12 anos eu faço bolo. Mesmo trabalhando, eu sempre fazia bolo pras amigas, pra reuniões”.
A virada do negócio não começou com um plano de expansão, uma nova loja ou uma estratégia de mercado. Começou de maneira muito mais simples e inesperada.
Tudo começou com um brownie. Na época, Keylla tinha um amigo que costumava preparar brownies para encontros entre amigos. Era um doce que aparecia nos momentos mais informais, nas conversas e nas reuniões do dia a dia. Mas havia algo naquele sabor que sempre chamava sua atenção.
“Eu falava: meu Deus, esse negócio é muito bom.”
A curiosidade apareceu naturalmente. Em uma dessas conversas, ela comentou que estava com vontade de comer o doce novamente. A resposta dele foi direta e aparentemente simples.
“Ele falou: é tão fácil de fazer, faz aí…” em seguida passou a receita.
Movida pela curiosidade e pela vontade de comer o doce, Keylla decidiu tentar fazer o brownie em casa. Comprou os ingredientes, voltou para a cozinha e colocou a receita em prática. O resultado, porém, não saiu como esperado.
“Fiz os brownies, mas não deu muito certo. Aí eu falei pra minha mãe: e agora, o que eu vou fazer com isso?”
Era apenas uma tentativa, um teste sem grandes pretensões. Mas foi justamente nesse momento que surgiu uma ideia que mudaria o rumo da história. A sugestão veio de dentro de casa. Observando a situação, a filha teve uma ideia simples: transformar o brownie em algo diferente, montado dentro de um pote.
“Minha filha falou assim: mãe, coloca dentro dos potes que a gente coloca chocolate junto.”
A proposta parecia pequena. Um detalhe. Uma solução improvisada para um doce que não tinha saído exatamente como o esperado. Mas, às vezes, são justamente essas pequenas ideias que abrem novas possibilidades.
Keylla montou os potes com o brownie e acrescentou chocolate. No dia seguinte, a filha levou um deles para a escola. O que aconteceu depois ninguém poderia prever. Na hora do lanche, o doce começou a circular entre os colegas.
“Ali foi a loucura.”. Disse Keylla.
O que parecia apenas uma tentativa dentro de casa começava, naquele momento, a ganhar outra dimensão.
No dia seguinte ao lanche na escola, surgiu o primeiro sinal de que algo diferente estava acontecendo. Os brownies que haviam sido levados pela filha começaram a despertar curiosidade entre os colegas. O doce circulou entre os alunos e rapidamente chamou atenção. Logo veio o primeiro pedido.
“Eu recebi uma carta do grupinho dela da escola perguntando se podia fazer pra eles também”, conta Keylla Lima.
Alguns alunos levaram o doce para casa e, pouco tempo depois, ele também passou a circular entre os pais. Foi então que surgiu a primeira grande encomenda.
“A mãe de um coleguinha entrou em contato comigo e fez uma encomenda de 200 brownies pra uma festa de criança”, relembra a empresária.
Era algo completamente novo. Até aquele momento, Keylla nunca havia produzido brownies para venda. O doce tinha surgido apenas como uma tentativa dentro da cozinha de casa, sem qualquer intenção comercial.
Mesmo assim, decidiu aceitar o desafio. Os brownies foram preparados e enviados para a festa. E foi ali que aconteceu algo que muitos empreendedores reconhecem como o início de um negócio: o boca a boca.
“O povo comeu o brownie e pediram meu telefone. O pessoal começou a ligar”, recorda.
De forma quase espontânea, aquilo que havia começado como uma experiência dentro de casa, começava a ganhar forma de negócio.
Com o crescimento das encomendas, veio também um aprendizado importante: para que um negócio continue funcionando, não basta apenas produzir bem. É preciso organização.
Segundo Keylla Lima, muitas pessoas acreditam que abrir um empreendimento gastronômico é simples. A realidade, no entanto, costuma ser bem diferente quando se conhece a rotina por trás da produção.
“Às vezes as pessoas falam assim: é muito fácil abrir uma cafeteria, abrir uma lanchonete, um restaurante. Quando está lá dentro vê que não é nada fácil”, afirma.
À medida que os pedidos aumentavam, ela percebeu que a operação precisava evoluir. Não era mais possível depender apenas da memória, de anotações soltas ou de processos improvisados.
Foi nesse momento que a organização da cozinha e da gestão financeira passou a se tornar prioridade. Para isso, a empresária adotou um sistema de gestão que ajudasse a centralizar pedidos, acompanhar vendas e manter o controle diário da operação. Segundo ela, a plataforma Pigz passou a fazer parte dessa rotina.
“A gente acredita que hoje o certo é ter um sistema que consiga fazer chegar na nossa cozinha tudo organizado”, explica Keylla.
Com o apoio do Pigz, ficou mais fácil acompanhar o movimento do negócio e entender como cada dia de vendas se comporta.
“No final do dia a gente olha tudo: vendeu tanto no Pix, tanto no cartão, tanto no débito, retirada, relatório completo”, conta.
Mais do que facilitar o atendimento, a organização passou a ser uma ferramenta essencial para acompanhar o crescimento do negócio e manter a operação funcionando de forma estruturada.
Keylla reconhece que empreender é um processo que exige muito mais do que apenas uma boa ideia. Com o crescimento do negócio, vieram também os desafios diários da produção, da organização e da gestão.
Segundo ela, mesmo depois de consolidar a operação, as dificuldades fazem parte da rotina.
“A gente até hoje passa perrengue dentro da produção”, comenta.
Essa experiência prática é o que orienta o conselho que ela costuma dar para quem pensa em abrir um negócio.
Para Keylla, o entusiasmo inicial precisa vir acompanhado de preparação. Estudar o mercado, entender o funcionamento do setor e buscar conhecimento constante são passos fundamentais para evitar frustrações no caminho.
“Quem for abrir hoje, estuda. Busca saber tudo.”
Mais do que talento ou oportunidade, ela acredita que o conhecimento é uma das ferramentas mais importantes para quem decide empreender.
“O conhecimento te leva a lugares. A gente tem que estudar todo dia.”
Ao longo da trajetória, foi justamente essa disposição para aprender, testar e se adaptar que permitiu transformar uma ideia simples em um negócio que continua crescendo.
Hoje, é possível perceber que o negócio não nasceu de um plano detalhado. Nasceu de uma sequência de acontecimentos inesperados.
E, pouco a pouco, aquilo que começou quase por acaso se transformou em um empreendimento. Porque, como Keylla mesma resume:
“O doce nunca vai deixar de existir”.
Fundado em 2002, o restaurante cresceu acompanhando as transformações da cidade e do próprio mercado. Entre tradição familiar e momentos de reinvenção, consolidou-se como um dos mais antigos da capital e referência em carnes, especialmente picanha e carneiro.
José Ricarte, atual CEO do restaurante, cresceu dentro do comércio familiar. O fundador do Meu Cantinho, agricultor e empresário, conduzia o negócio com práticas mais tradicionais. Foi nesse ambiente que ele deu os primeiros passos na profissão.
Ao falar sobre essa influência, ele resume:
“Sempre fui muito ligado ao meu pai. Meu pai era empresário, agricultor. Desde essa época, sempre me dediquei muito ao comércio. Segui muitos passos dele em termos de comércio.”
Com o tempo, passou a assumir novas responsabilidades e a dar continuidade ao que o pai havia construído, modernizando processos e adaptando o restaurante às mudanças do mercado, sem perder a essência da casa.
O restaurante, no entanto, não começou no ramo das carnes. Antes, houve uma peixada. Incentivado pela esposa, que reconhecia sua afinidade com a cozinha, José Ricarte abriu a “Peixada Fino de Sabor”. O formato funcionou por cerca de dois anos e meio, até que o mercado sinalizou uma nova oportunidade.
Ao lembrar desse período, ele recorda:
“Passei mais ou menos uns dois anos e meio nessa peixada. Aí depois surgiu essa febre do carneiro.”
No início dos anos 2000, o consumo de carneiro cresceu de forma expressiva na região. Foi por conta desse movimento que ele decidiu migrar para o ramo das carnes, decisão que definiria o posicionamento do restaurante. Desde então, o Meu Cantinho construiu sua reputação no boca a boca, sustentado pela qualidade.
A pandemia representou o maior ponto de ruptura da trajetória. Quem relembra esse período é Mirela Ricarte, gerente administrativa e filha do fundador.
Segundo ela, aquele foi um momento decisivo não apenas para o negócio, mas para o próprio pai enquanto empreendedor. A gestão ainda carregava traços de uma administração mais conservadora, resistente à digitalização do atendimento. De repente, o movimento caiu drasticamente e a necessidade de se reinventar deixou de ser opção.
“Desafio mesmo foi a pandemia. Foi uma época transformadora para o meu pai enquanto empreendedor. Ele vivia numa administração muito arcaica e era muito avesso a implantar atendimento digitalizado. O ritmo baixou 100% e ele teve que se reinventar numa crise”, relembra.
Foi quando Mirela assumiu a linha de frente da operação. Sem demitir funcionários, a equipe reorganizou processos e decidiu impulsionar o delivery de maneira estruturada.
Nesse contexto, a digitalização dos pedidos ganhou protagonismo e a implementação da plataforma PIGZ passou a transformar a rotina do restaurante.
A agilidade melhorou significativamente, tanto no recebimento quanto na organização dos pedidos. O que antes era mais manual, tornou-se profissional.
José Ricarte reconhece que a mudança foi marcante. O restaurante já trabalhava com entregas, mas em um formato muito diferente do atual. Hoje, segundo ele, o processo é mais estruturado, a ponto de ser difícil imaginar como a operação funcionava antes. A modernização não apagou a tradição da casa. Pelo contrário, permitiu que ela continuasse existindo em um cenário completamente novo.
Apesar das mudanças, o restaurante mantém seu perfil rústico e familiar. Não se apresenta como sofisticado, mas como um espaço de qualidade e sabor consistente. Ambiente ventilado, vista agradável e atendimento próximo continuam sendo parte da experiência. Hoje, quando se fala em picanha e carneiro, o Meu Cantinho já ocupa um lugar consolidado na memória gastronômica da cidade.
Para quem deseja empreender, José Ricarte fala com pragmatismo. Defende pesquisa de mercado, estudo do público e preparo técnico antes de abrir as portas. Mais do que entusiasmo, ele destaca duas palavras que considera essenciais no comércio: persistência e resiliência.
Ao compartilhar o conselho que carrega da própria trajetória, ele recorda:
“Faça uma pesquisa de mercado. Veja qual é o público que você quer atingir. Estude o ramo, faça cursos e melhore tudo dentro de um restaurante.”
Porque, como ele aprendeu na prática, tradição é importante, mas adaptação é indispensável.
Hoje consolidada, a empresa carrega no nome algo que vai além da marca, carrega origem. O proprietário, Antonio Cláudio Favela, explicou que a escolha do nome nasceu da própria história de vida. Conhecido há anos apenas pelo sobrenome, Favela, ele encontrou na família a inspiração para aquilo que mais tarde também se tornaria a identidade do negócio.
“A F10 Carne de Sol é a minha história de vida.”
Ao falar sobre o significado do nome, ele demonstra orgulho ao associar a marca às suas raízes familiares.
“Eu carrego no braço 10 favelas. Nós somos oito irmãos, meu pai e minha mãe, que faz os 10. Então o F10 significa que nós somos 10 favelas. Aí é a família, exatamente.”
Mais do que uma identificação comercial, o nome traduz pertencimento e revela que, antes mesmo de existir como empresa, a F10 já nasceu conectada à sua origem.
Antes do restaurante existir, Favela percorreu diferentes estradas profissionais. Foi funcionário público, vendedor, garçom, caminhoneiro e até chapeiro de lanchonete. Experiências distintas que, segundo sua própria trajetória demonstra, ajudaram a construir uma visão prática sobre trabalho, responsabilidade e atendimento.
O primeiro contato com a cozinha veio cedo. Ele conta que começou como garçom aos 16 anos e, mesmo sem saber cozinhar naquele momento, se encantou pelo ambiente.
Mais do que o preparo dos alimentos, foi o atendimento ao público e a possibilidade de oferecer uma prestação de serviço de qualidade que despertaram seu interesse.
A relação com a comida sempre esteve presente em sua vida, não apenas pelos trabalhos que exerceu, mas principalmente pela convivência familiar.
As reuniões eram sempre regadas a muita comida e, dentro de casa, cozinhar fazia parte da rotina. Todos gostavam de preparar pratos e receber convidados, transformando esses encontros em momentos de convivência.
A ideia da F10 Carne de Sol começou de forma simples: um espetinho criado por Favela com o apoio da mãe. Era uma operação pequena, marcada por uma rotina intensa e aprendizado constante, cenário comum a quem decide empreender.
Mas ainda no início, um imprevisto mudaria o rumo do negócio. Por um curto período, sua mãe adoeceu, e ele ainda não sabia temperar os espetinhos.
Quando uma empresa está dando os primeiros passos, qualquer obstáculo exige respostas rápidas e, muitas vezes, abre espaço para mudanças inesperadas.
Foi nesse contexto que surgiu uma sugestão de um fornecedor de carne: incluir a carne de sol no cardápio.
A reação inicial foi de insegurança. Favela não sabia cortar e nem salgar a carne. Ainda assim, o fornecedor se ofereceu para ensinar, uma oportunidade que acabaria redefinindo sua trajetória.
Algumas mudanças acontecem de forma gradual. Outras se revelam quase imediatamente após serem colocadas em prática.
“Na época eu vendia em torno de 12 a 14 espetinhos, e no dia seguinte que eu coloquei a carne de sol, eu vendi 30 porções.” Ele relembra.
O aumento nas vendas não representava apenas um bom resultado, indicava uma nova direção para o negócio. O próprio Favela comenta que ficou encantado com a praticidade do produto, embora soubesse da importância de manter a qualidade da carne.
Mais do que ampliar o cardápio, aquele momento redefiniu a operação. Foi assim que a carne de sol deixou de ser uma alternativa e passou a ocupar um papel central na empresa.
Os clientes foram chegando e os pedidos começaram a aumentar. Com a demanda em alta, vieram também os limites da operação.
Os entregadores já não conseguiam atender todos os pedidos, e a cozinha enfrentava dificuldades para acompanhar o ritmo.
Essa é uma fase conhecida por muitos empreendedores, quando o modelo que sustentou o início já não suporta mais o volume. Diante desse cenário, Favela percebeu que era hora de mudar.
Foi o momento de virar a chave, informatizar processos e buscar uma forma mais profissional de organizar os pedidos. Foi então que a F10 passou a utilizar a plataforma de gestão Pigz em sua operação.
A estruturação do negócio passou pela tecnologia,
“acabou que a gente conseguiu uma plataforma que é nossa parceira.” Ele comenta.
A mudança impactou diretamente a rotina.
“Além disso, a Stone veio junto com a Pigz. Os pedidos são feitos pela maquininha e isso facilita muito a nossa vida.” Explica satisfeito com o resultado.
Segundo ele, a melhoria foi percebida rapidamente na operação, com destaque para a gestão dos pedidos e o suporte à equipe. A gestão dos pedidos, em especial, facilitou o trabalho dos garçons.
Os benefícios também alcançaram o controle financeiro. Processos mais organizados não apenas reduzem falhas, como criam condições reais para crescer com consistência. Outro ponto destacado, é o suporte oferecido, que é feito com muita atenção.
Para quem empreende, contar com parceiros confiáveis pode ser decisivo no processo de expansão.
Ao olhar para a história da F10 Carne de Sol, percebe-se que o crescimento não está ligado a um único momento, mas a uma sequência de escolhas feitas ao longo do caminho, experiências diversas, adaptação diante dos desafios e abertura para aprender.
Talvez por isso a mensagem que Favela deixa seja direta: mais do que abrir um negócio, trata-se de compreender o próprio território.
“Empreenda aquilo que você sabe fazer."
Existe uma segurança diferente quando o empreendedor domina sua operação, e isso se reflete nas decisões, no atendimento e na consistência do trabalho. Ele reforça ainda um princípio essencial para quem busca continuidade:
“Não dependa de ninguém para que seu empreendimento funcione.”
Hoje, a F10 carrega uma trajetória construída passo a passo. Não foi um avanço imediato, mas resultado de trabalho contínuo, ajustes e profissionalização. De um espetinho a uma operação estruturada. De uma rotina manual a processos mais organizados.
Histórias como essa lembram que empresas nem sempre nascem de grandes planos, muitas vezes começam com o possível e evoluem a partir das escolhas feitas no percurso.
Alguns negócios permanecem apenas como fonte de renda. Outros se tornam extensão da própria vida de quem os constrói.
No universo do delivery, tempo é dinheiro. A agilidade na finalização do pedido é um fator que impacta diretamente a taxa de conversão do seu cardápio online.
Com o objetivo de diminuir o atrito na etapa final da compra e oferecer o que há de mais eficiente em gestão de pagamentos, temos o prazer de anunciar uma importante novidade no nosso ecossistema: O Pigz agora aceita pagamentos via Apple Pay e Google Pay!
Essa nova funcionalidade permite que seus clientes com cartões de crédito cadastrados em suas carteiras digitais (seja em dispositivos Apple ou Android) finalizem a compra em poucos segundos, utilizando apenas a autenticação biométrica (digital) ou facial.
Para o seu cliente, o benefício é imediato:
A inclusão dessas carteiras digitais é um movimento estratégico do Pigz para garantir que seu estabelecimento esteja à frente, oferecendo uma experiência de compra de altíssimo padrão.
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Como Funciona na Prática?
Para você, a operação é a mais simples possível:
Importante: A ativação desta funcionalidade é automática em seu sistema. Você não precisa realizar nenhum cadastro ou configuração adicional para começar a receber por esses novos métodos.
Com essa evolução, o Pigz continua trabalhando para fornecer ferramentas de gestão completas, garantindo que o seu foco seja sempre o crescimento organizado e eficiente da sua receita.
23.12.2025 17:32Simplificando o Pagamento com Apple Pay e Google Pay para acelerar suas vendas no PigzEm Boa Vista, as cafeterias sempre foram mais que pontos comerciais: são espaços de encontro, de ideias, de pausas necessárias no meio da rotina. Para Renata Barreto, CEO da Fubá junto com seu marido Eduardo Furlin, essa relação nasceu de uma vivência pessoal, e se transformou em um projeto que hoje movimenta um bairro inteiro.
A inspiração veio dos bastidores do Café Expresso, onde ela pôde observar de perto o funcionamento de uma cafeteria. Mas veio também das viagens que ela e o marido faziam sempre buscando conhecer novos lugares e novos cafés.
“Nós gostamos de ambiente de cafeteria. Eu sempre me senti acolhida e feliz quando estou em um lugar assim. Então, por que não abrir a minha?”
E assim, o que era apenas afeto virou empreendimento.
Um nome que carrega história, união e identidade
Antes de qualquer obra, antes do primeiro grão de café, existiu um desafio comum a quem empreende: escolher o nome.
Para Renata, a resposta veio de algo íntimo e cheio de significado.
“Eu e meu marido decidimos juntar nossos sobrenomes: Furlin e Barreto. E deu justamente em Fubá.”
A coincidência feliz com o ingrediente tradicional reforçou ainda mais a autenticidade da marca.
“O Fubá remete ao café, à nossa essência. Achamos que combinou demais.”
O nome, simples e afetivo, virou assinatura e abriu caminho para uma identidade forte e memorável.
Desde o início, houve questionamentos sobre a decisão de abrir a Fubá no bairro Liberdade, longe das regiões onde as cafeterias tradicionalmente se concentram.
“A maioria das cafeterias continuam no centro. Muitas pessoas questionaram nossa escolha.”
Mas a visão de Renata era outra, havia uma comunidade inteira sem um ambiente convidativo, sem um ponto de encontro com a proposta que ela idealizava.
E o resultado apareceu rápido:
“Desde o começo, com marketing, divulgação e amigos queridos, conseguimos consolidar uma clientela muito boa e muito fiel.”
A preocupação com processos claros e atendimento seguro fez parte da estratégia desde os primeiros meses.
“Desde o comecinho evitamos pedidos no WhatsApp. No segundo mês já implementamos o Pigz, porque pedidos feitos no WhatsApp podem dar algum erro.”
A adoção do Pigz trouxe mais organização, mais segurança e mais autonomia para o cliente. Quando alguém pede no WhatsApp, é enviado o link do Pigz. Assim, o próprio cliente preenche o pedido e o endereço, evitando erros.
E a integração com a Stone eleva ainda mais o profissionalismo da operação.
“Agora vamos utilizar o sistema Pigz integrado à maquininha Stone e lançar diretamente no sistema. Vai ser incrível.”
Mesmo fora do centro, a Fubá surpreende:
“Recebemos muitos elogios pela entrega rápida. Sempre prezamos por enviar um pedido por entregador para que chegue mais rápido ao cliente.”
Processo, cuidado e eficiência, três palavras que sustentam a Fubá desde o início.
Quando fala sobre o que a move, Renata não menciona apenas números. Ela fala de pessoas, de significado, de impacto.
“O que me fez manter foi encontrar um propósito. Não só servir bem, mas ser um espaço onde se criam boas memórias, bons momentos.”
Para ela, empreender também é sobre desenvolver pessoas. Ela quer agregar à equipe, ajudar quem trabalha na cafeteria, e é isso que a faz continuar.
E deixa um conselho sincero para quem deseja começar:
“Insista. Não se assuste com o início, que pode ser desafiador. Vai dar certo.”
No dia dedicado ao empreendedorismo feminino, celebramos a força, a visão e a determinação de mulheres que transformam desafios em oportunidades. Entre elas, está Hirana Coelho, CEO da All Clean, cuja trajetória inspira pela coragem de começar, pela fé em persistir e pelo compromisso de crescer sem perder o propósito.
Nesta edição especial, conhecemos a história de Hirana, contada por ela mesma, para revelar o que existe por trás de uma marca que se tornou referência em Boa Vista.
Hirana define o significado de empreender com uma clareza que só a vivência traz:
“É desafiador, mas ao mesmo tempo é recompensador, vale muito a pena, um desafio cheio de colheitas boas. Eu acho que isso é empreender.”
Essa frase resume não apenas sua jornada, mas também a de tantas mulheres que carregam nas costas a coragem de recomeçar todos os dias, mesmo quando o caminho parece íngreme.
A história da marca nasce de um encontro simples, quase casual, mas que abriu portas para uma nova oportunidade.
“Nos procuraram para uma representação, e era dentro desse segmento de papel toalha, papel higiênico, dispensas, para atender empresas. E nós gostamos, e aí nós fomos estudando mais, visitando feiras, e aí pronto. Viramos, o que a gente fala hoje, apaixonados por limpeza.”
O que poderia ter sido apenas mais um trabalho, tornou-se um mergulho profundo em um segmento que poucos exploravam. A resposta da All Clean foi imediata: estudar, aprender e ganhar domínio técnico.
Como todo empreendimento nasce cercado de dúvidas, internas e externas, com a All Clean não foi diferente. E o contexto era ainda mais incerto. Muitas pessoas viajavam até a Venezuela para comprar produtos de limpeza, o que poderia inviabilizar o negócio.
“Eu posso dizer que, pra gente, o crescimento da empresa foi surpreendente porque, na época que a gente começou, as pessoas iam muito à Venezuela comprar produtos de limpeza, e as pessoas diziam pra gente que esse negócio não ia dar certo.”
Mas a equipe não recuou. Estudou o mercado, ouviu o cliente e apostou em qualidade e variedade. O resultado veio!
“Nós iniciamos com empresas, atendendo só empresas. Mas, um momento que a gente viu o boom mesmo, era o que era o nosso sonho. Era que as donas de casa pudessem entrar em uma loja que tivesse tudo que facilitasse a vida delas.”
A abertura da primeira loja voltada ao público foi o marco dessa virada:
“Foi nesse momento que essa primeira loja, que é grande, aberta ao público, que nós vimos que deu certo. O nosso sonho deu certo!”
A All Clean não vende apenas produtos, vende praticidade, acolhimento e cuidado.
Empreender sendo mulher significa gerir duas empresas: a profissional e a familiar. Hirana fala com profundidade sobre o peso desse equilíbrio.
“O maior desafio é você conseguir equilibrar família, casamento, filhos e o negócio. É até hoje um grande desafio.”
Mas, mesmo entre tantas responsabilidades, ela nunca perdeu de vista sua prioridade.
“Para mim, sempre a prioridade vai ser a minha família. Porque na Bíblia diz que não adianta ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma.”
E completa:
“O meu maior desafio é que a minha família esteja bem. Esse negócio Deus nos trouxe para que fosse sustento para a nossa família, e não o contrário.”
Essa visão espiritual e afetiva é uma das bases mais sólidas da empresa.
Hirana Coelho e uma colaboradora da Allclean sorrindo lado a lado dentro da loja, com prateleiras de produtos de limpeza e utilidades ao fundo.
A trajetória de Hirana Coelho é um convite para refletir sobre o poder do empreendedorismo feminino: criar, transformar, sustentar, ressignificar.
“Quando uma mulher empreende, ela percorre um longo caminho. Mas abre muitos outros para aquelas que vêm depois.”
É por isso que celebrar o Dia Internacional do Empreendedorismo Feminino é celebrar histórias como a dela, intensas, reais e transformadoras.
Hirana Coelho e a história da All Clean: quando empreender é plantar e colher
A história de Camila Furlin, criadora da Luna Cafeteria, é um relato sobre propósito, herança familiar e coragem para reinventar um negócio tradicional.
Filha de uma das empreendedoras mais consolidadas do ramo de cafeterias em Boa Vista, Camila cresceu entre o som das xícaras e o aroma do café torrado. E, mesmo sem perceber, foi aprendendo a essência do trabalho feito com amor.
“Eu já nasci numa família de empreendedores, especialmente no ramo de cafeterias”, conta. “Desde que eu me entendo por gente, eu tô dentro de um negócio, vendo minha mãe trabalhando, batalhando. E desde os meus 15 anos eu tô envolvida com isso.”
O nome Luna nasceu de forma estratégica, uma palavra simples, feminina e carregada de simbologia. Ele traduz o jeito de ser da marca: delicado, inspirador e fácil de lembrar.
“Todo mundo pensa que eu sou a Luna”, brinca Camila. “Tem gente que me chama de Dona Luna até hoje! Mas foi mais uma estratégia de marketing mesmo. Procurando um nome feminino, curto, que fosse fácil de decorar, fácil das pessoas entenderem. E aí dentro disso, a gente traz alguns elementos da lua, que tem um pouco a ver com o que eu acredito.”
A escolha do nome mostra o cuidado com os detalhes e o olhar apurado para o branding, algo que reflete no ambiente da cafeteria. Lá, a iluminação é suave, os tons são naturais e cada elemento visual comunica calma e acolhimento.
A Luna nasceu de um desejo claro: fazer o café ser o protagonista, não o coadjuvante.
Apesar de ter crescido cercada por cafeterias, Camila confessa que o café, em si, não era uma paixão antiga. O interesse surgiu de forma prática, quase técnica, quando ela passou a lidar diretamente com a operação do negócio.
“Não é uma paixão que veio da infância, como todo mundo pensa. Foi realmente quando eu comecei a estudar o produto café. Como eu trabalhava na operação, eu precisava me especializar para entender bem o processo.”
O que começou como uma necessidade de gestão, virou encantamento. Ao estudar o produto, ela mergulhou no universo do café e descobriu o poder de transformação que existe dentro de cada grão.
“Conhecendo o produto melhor, eu vi que ele é fantástico, ele é infinito, ele é super curioso, ele traz muita coisa instigante, e acabei me apaixonando.”
Essa descoberta redefiniu a missão da Luna: mais do que vender bebidas, o propósito era educar o paladar, valorizar o produtor e resgatar o tempo da pausa, algo cada vez mais raro na rotina acelerada das cidades.
Durante muito tempo, Camila resistiu à ideia de trabalhar com delivery. A Luna foi criada para oferecer uma experiência completa: o cheiro do café moído, o calor da xícara, o contato humano. Levar isso para fora da loja parecia impossível.
“Eu sempre fui muito relutante com delivery. Acho que passei dois anos sem trabalhar com delivery, porque acreditava muito na experiência do cliente no local. O meu produto precisava ser quentinho, feito na hora.”
Mas o tempo mostrou que era possível conciliar tradição e inovação. Quando conheceu o nosso sistema Pigz, plataforma local de delivery, Camila percebeu que o digital também podia preservar a essência artesanal da marca.
“A gente implantou o delivery já com o Pigz de cara, e só trabalhamos com eles. Mesmo sendo relutante, o Pigz veio facilitar isso pra mim.”
Hoje, o delivery é mais do que um canal de venda, é um elo entre o balcão da cafeteria e a casa dos clientes. A mesma experiência que existe na loja, agora chega até o sofá de quem pede.
Com uma visão amadurecida pelo tempo e pela prática, Camila acredita que o segredo de qualquer negócio está na combinação entre preparo e autenticidade.
“A mensagem é se preparar, tentar estudar, tentar fazer cursos, se especializar no que você vai realmente vai empreender.”
Ela reforça que empreender não é sobre seguir tendências passageiras, mas sobre se conectar com aquilo que realmente faz sentido para você. Camila fala com propriedade sobre o mercado local, que cresce em ritmo acelerado, mas ainda enfrenta o desafio da diferenciação.
“Escolher uma área que você realmente goste, não só porque tá na moda, porque tá em alta. Hoje tem muito isso! Tem que ser alguma coisa que você se identifique, porque aí fica mais fácil de colocar amor, carinho, pra tentar se diferenciar. Pra não ser mais do mesmo.”
O conselho ecoa como uma lição de quem aprendeu na prática que a paixão é essencial, mas o conhecimento é o que sustenta a trajetória.
A Luna Cafeteria é hoje uma das marcas mais queridas de Boa Vista. O ambiente acolhedor, a curadoria impecável de cafés e o atendimento atencioso transformaram o espaço em um refúgio para quem busca mais do que uma bebida, e busca uma experiência. Mas, para Camila, o sucesso vai muito além dos números.
“O café me ensinou a ter paciência, a entender processos. Me ensinou que tudo leva tempo. E que cada detalhe, da torra ao atendimento, conta uma história.”
A Luna, assim como seu nome, reflete fases, ciclos e renascimentos. E Camila conduz cada um deles com a serenidade de quem aprendeu a empreender. E, acima de tudo, um exercício diário de constância e amor pelo que faz.
A história de Camila Furlin, criadora da Luna Cafeteria, é um relato sobre propósito, herança familiar e coragem para reinventar um negócio tradicional.
Você já parou para pensar em tudo que oferece além da comida? O couvert artístico, o serviço de valet ou a área kids não são apenas diferenciais; são serviços de valor que podem — e devem — gerar receita de forma organizada e transparente.
Temos o prazer de anunciar uma nova funcionalidade no ecossistema Pigz: a possibilidade de cadastrar Serviços com a mesma facilidade que você cadastra um produto!
Agora, você pode incluir no pedido itens como:
O resultado? Mais controle financeiro e mais clareza para o seu cliente sobre o que está pagando.
O processo é intuitivo e segue a mesma lógica do cadastro de produtos que você já conhece no Pigz Partner.
Pronto! Seu novo serviço já está disponível para ser adicionado às comandas e pedidos dos seus clientes.
Para que sua equipe do caixa ou atendentes encontrem esses itens rapidamente, sugerimos uma boa prática de organização:
Crie uma nova Categoria exclusiva chamada "Serviços".
Agrupar todos os serviços cobrados pelo estabelecimento em um único lugar facilita a gestão, o treinamento de novos funcionários e, principalmente, a agilidade na hora de fechar a conta.
Uma das maiores vantagens desse novo recurso é a flexibilidade de incidência na Taxa de Serviço (Gorjeta).
Ao cadastrar o serviço, você tem como ligar/desligar "Incluir produto na taxa de serviço" para definir se o valor daquele serviço deve ou não ser considerado no cálculo da gorjeta.
Por exemplo:
Essa clareza garante a correta aplicação dos impostos e taxas, e evita dor de cabeça no fechamento do caixa!
Com essa novidade, o Pigz continua evoluindo para dar a você o controle total sobre a precificação e a receita do seu estabelecimento, transformando todos os seus diferenciais em lucro organizado.
16.10.2025 21:00Mais Organização na Cobrança de Serviços Extras (Couvert, Valet) com o PigzA gente sabe que a gestão de um restaurante exige agilidade, mas nunca à custa do controle e da segurança. Operações como cancelar um item, transferir uma comanda ou finalizar uma venda são críticas e precisam ser feitas com total responsabilidade.
Pensando nisso, implementamos um poderoso novo recurso de Permissões de Caixa e Usuário nas plataformas Pigz Comanda e Gestão Desktop.
O novo recurso é simples, mas extremamente eficaz: agora, todas as ações críticas (como cancelar item/comanda, transferir e unir comandas, e finalizar vendas) estão protegidas por uma camada de segurança baseada em permissões de usuário. Isso garante que seu caixa e seu estoque estejam sempre protegidos.
O que muda na prática?
Essa senha única é a chave mestra da sua loja, agindo como um segundo nível de segurança. Ela garante que, mesmo quando um usuário não autorizado precisa realizar uma ação, um gerente ou responsável esteja ciente e autorize o procedimento na hora.
A segurança não para na senha. Todas as ações críticas concluídas são gravadas em um realtório completo, garantindo que você tenha rastreabilidade total de tudo que acontece no seu Ponto de Venda.
O relatório registra:
Com este registro à prova de falhas, você pode acompanhar e auditar cada passo, aumentando a segurança do restaurante e combatendo desvios ou fraudes.
Essa regra de segurança se aplica de forma idêntica em todas as suas plataformas: no Pigz Comanda e no Gestão Desktop. O sistema utiliza as permissões associadas ao atendente ou ao usuário de caixa logado, garantindo consistência e segurança em qualquer modo de operação.
O novo recurso de Permissões de Caixa e Usuário é um passo gigante para um Pigz mais seguro, auditável e sob seu total controle! Atualize suas permissões e garanta o controle total das suas vendas.
30.9.2025 22:06Novo Nível de Segurança: Permissões de Caixa e Senha Administrativa no Pigz Comanda e Gestão“Sabe aquele amigo que você chama pra tomar um café em casa? É o cliente. É aquela pessoa que você quer que coma bem, saia satisfeito e que você faz tudo com todo gosto.”
É assim que Yasmine Benaion, proprietária do Barracão do Poeta, define a essência da cafeteria:
“Cada pessoa que cruza a porta não é apenas consumidor, mas parte da história.”
O nome não veio por acaso. O Barracão do Poeta é uma homenagem ao pai de Yasmine, o senhor Abraão Benaion, poeta, seresteiro e apaixonado por música. No final dos anos 80, ele manteve um bar com o mesmo nome, que funcionou por três anos.
Duas décadas depois, a filha Yasmine decidiu resgatar o espírito daquele espaço e reabriu o Barracão como cafeteria. O que começou como um café da manhã no interior, chamado Tepequém, ganhou raízes em Boa Vista, onde a família já soma 12 anos de trajetória.
“O diferencial do Barracão é que tudo o que a gente faz é com amor. A gente oferece serviço de qualidade, atendimento de excelência, mas o principal é que é tudo feito especialmente para você.”
Essa dedicação nasceu em casa, inspirada nos ensinamentos de sua mãe, que sempre incentivou os filhos a empreenderem e trabalharem por conta própria. Dessa forma, Yasmine cresceu sabendo fazer um pouco de tudo, fruto de uma criação pautada na autonomia e no esforço constante.
O início não foi fácil. Durante muito tempo, os pedidos eram anotados manualmente em comandas de papel, o que trazia o risco de perdas e atrasos.
Com o passar dos anos, o Barracão evoluiu e encontrou no Pigz e na Stone aliados estratégicos.
“Hoje usamos o sistema Pigz, integrado à Stone, que agiliza o atendimento e garante rapidez e organização. É um avanço enorme em relação ao que tínhamos.”
O que antes era vulnerável ao improviso, hoje é sinônimo de agilidade, clareza e eficiência, reforçando a busca constante pela melhoria.
Mais do que celebrar uma data, o Barracão do Poeta reafirma seu compromisso com quem faz tudo valer a pena: os clientes.
Seja no balcão, nas mesas ou pelo delivery, o que move a cafeteria é a relação com cada pessoa que chega até ela. São eles que inspiram o cuidado, a inovação e a vontade de fazer mais e melhor.
Barracão do Poeta – 12 anos de tradição em Boa Vista.
No Dia do Cliente, celebramos você, que é parte dessa trajetória.
O Barracão do Poeta abre as portas para compartilhar não apenas uma trajetória empreendedora, mas também uma história de família, poesia e muito afeto.







































